Empresas: Saiba porque vale a pena vender no cartão


Em 2018, o uso de cartões pelos
brasileiros cresceu 14,5% com relação ao ano anterior, atingindo R$ 1,55
trilhão em compras – isso equivale a
22,8% do PIB (Produto Interno Bruto). Os dados são da Abecs (Associação
Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), que prevê um
crescimento ainda maior para 2019, de 16% em vendas, somadas as transações no crédito ou débito.

Esse panorama já demonstra o quanto o seu negócio tem a perder caso não
ofereça ao seu cliente a opção de
pagamento com cartão. Ainda mais em se tratando de itens de tecnologia, que tendem a ser adquiridos no crédito.
Isso sem contar a mudança no
comportamento do consumidor, afinal, 70% dos brasileiros utilizam algum
tipo de cartão atualmente.

Independente do segmento ou porte do negócio, oferecer vendas pelo cartão
tem muitas vantagens, especialmente
para o varejo:

❖     Clientes mais satisfeitos, pois a loja atende a uma expectativa de consumo;
❖     Crescimento nas vendas e
consequente aumento no faturamento;
❖     Mais facilidade e economia no
controle de recebimentos;
❖     O risco de inadimplência é
transferido para as operadoras;
❖     Mais segurança em comparação a
transações com dinheiro, cheque e crediário próprio.

É claro que para vender no cartão, o
lojista deve ter ciência das taxas para
aquisição, manutenção e o que é
cobrado em cada transação. Para
analisar se esses gastos têm impacto negativo no faturamento, faz-se
necessário entender como tudo isso
impacta o faturamento, analisando o
fluxo de caixa. Caso esses custos não se paguem pelo aumento de vendas, aí é hora de repensar.

Além disso, um controle claro sobre os prazos de recebimento é primordial, a fim de se saber claramente quando o
dinheiro estará disponível. No geral,
quando a venda é no débito, a maioria das operadoras liberam o pagamento
em apenas um dia útil. Já no crédito,
esse prazo sobe para até 31 dias.

Nesse período, com certeza você, como lojista, vai precisar repor o estoque,
afinal, não pode faltar produto nas
gôndolas. Por isso, seu fluxo de caixa
também deve prever capital de giro. Há a opção de antecipar os recebíveis, mas isso pode significar prejuízo, pois
novas taxas são aplicadas nessa
solicitação.

Depois de toda essa análise, a pergunta que fica é: afinal, quanto custa para
vender no cartão? O primeiro ponto é escolher a máquina mais adequada
para o seu negócio. A seguir, temos um esquema para você fazer um
comparativo entre os modelos
disponíveis atualmente, as principais
características, a forma de aquisição e a porcentagem cobrada em cada
transação:
Uma ressalva: nem todos os modelos
são compatíveis com vendas no crédito e no débito. É importante estar atento a esse detalhe antes de alugar ou
adquirir um ou outro serviço, bem
como fazer um parâmetro com a
preferência da sua clientela. Nossa
recomendação é oferecer as duas
opções.

Agora que você entendeu o panorama
das vendas via cartão e por que essa
modalidade é garantia de lucratividade, vem conferir o que o

Por Fujioka Distribuidor

Denilson Alves

Editor do Portal Nosso Goiás