20 de julho de 2024

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HEMNSL promove Capacitação sobre Violências Interpessoais e Autoprovocada em Crianças e Adolescentes

Ação visa mobilizar os colaboradores para o engajamento contra a violação dos direitos de crianças e adolescentes

No âmbito da Campanha Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL), por meio do seu Serviço Social, organizou, em 18 de junho, uma capacitação intitulada “Violências Interpessoais e Autoprovocada em Crianças e Adolescentes – notificação compulsória e encaminhamentos”. O evento contou com a presença da psicóloga Leonora Rassi, do Distrito Sanitário Norte, que ministrou a palestra.

A capacitação foi direcionada aos profissionais de saúde da maternidade, com o objetivo de aprimorar o conhecimento e a habilidade na identificação, notificação e encaminhamento dos casos de violência contra crianças e adolescentes. Durante a palestra, Leonora Rassi abordou a importância da notificação compulsória como ferramenta fundamental na proteção das vítimas e na mobilização de recursos necessários para seu atendimento e recuperação.

Durante a capacitação, foram discutidos diversos tipos de violência interpessoal e autoprovocada, incluindo abuso físico, psicológico e sexual, bem como os sinais e sintomas que podem indicar que uma criança ou adolescente está sendo vítima dessas violências. Leonora Rassi destacou a necessidade de um olhar atento e sensível dos profissionais de saúde, que muitas vezes são os primeiros a ter contato com essas vítimas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, dos 204 milhões de crianças com menos de 18 anos, 9,6% sofrem exploração sexual, 22,9% são vítimas de abuso físico e 29,1% têm danos emocionais.

Notificação Compulsória e Encaminhamentos

Um dos pontos centrais da palestra foi a explicação sobre o processo de notificação compulsória, um procedimento legal que exige que os casos suspeitos ou confirmados de violência sejam reportados às autoridades competentes. A psicóloga ressaltou que a notificação não é apenas uma obrigação legal, mas também um ato de responsabilidade social que pode salvar vidas.

Marilane Correntino (texto) 

Fotos: divulgação

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