Estudos indicam que até 30% da população apresenta o hábito em algum momento da vida; especialista da Ruse Esmalteria explica os riscos da onicofagia e aponta a manicure russa como alternativa eficaz no processo de recuperação.
Roer unhas, prática conhecida cientificamente como onicofagia, é um comportamento mais frequente do que aparenta. Dados de estudos na área de saúde comportamental indicam que cerca de 20% a 30% da população mundial já apresentou ou ainda apresenta o hábito, com maior incidência durante a infância e adolescência, mas que pode se estender até a vida adulta.
Imagem: divulgação internet
Embora muitas pessoas encarem o ato como algo inofensivo ou apenas estético, especialistas alertam que roer unhas pode gerar impactos significativos na saúde das mãos.
De acordo com Débora Menino, CEO e especialista da Ruse Esmalteria, a repetição constante do ato impede o crescimento saudável das unhas e pode causar inflamações recorrentes. “Quando a unha é roída com frequência, ela não consegue se regenerar adequadamente. O resultado são unhas fracas, irregulares, com aspecto machucado e maior risco de infecção”, explica.

A especialista ainda acrescenta que o hábito afeta diretamente a lâmina ungueal, compromete as cutículas e provoca pequenas lesões que, além de dolorosas, facilitam a entrada de bactérias e fungos.
Comportamento ligado à ansiedade
Pesquisas apontam que a onicofagia está frequentemente associada a ansiedade, estresse e tensão emocional. Em muitos casos, o comportamento é automático e ocorre sem que a pessoa perceba, especialmente em situações de pressão ou nervosismo. Estima-se que uma parcela significativa dos adultos que roem unhas tenha dificuldade em abandonar o hábito sem algum tipo de apoio ou mudança de rotina.
Além das consequências físicas, o impacto emocional também é relevante. Mãos machucadas e unhas muito curtas costumam gerar constrangimento em ambientes sociais e profissionais, afetando diretamente a autoestima.
Manicure russa como aliada no tratamento
Nesse contexto, investir em cuidados especializados tem se mostrado uma estratégia eficaz para quem deseja interromper o ciclo da onicofagia. Segundo Débora Menino, a manicure russa é uma das técnicas mais indicadas nesse processo. O método utiliza equipamentos específicos para uma limpeza profunda e precisa das cutículas, sem cortes, favorecendo a saúde e o fortalecimento das unhas.
“A manicure russa contribui para a recuperação da unha desde a base, estimula o crescimento uniforme e melhora significativamente o aspecto das mãos. Quando a cliente passa a enxergar as unhas bonitas e bem cuidadas, isso funciona como um incentivo natural para não voltar a roê-las”, afirma a especialista.
Na Ruse, os procedimentos são personalizados e focados tanto na reestruturação das unhas quanto no aspecto comportamental. “O cuidado contínuo ajuda a criar uma nova relação com as mãos, transformando um hábito negativo em um processo de autocuidado e valorização pessoal”, conclui Débora Menino.
Com acompanhamento profissional e técnicas adequadas, o que antes era um problema recorrente pode se tornar um ponto de virada para a saúde das unhas e para a autoestima.
Por WP Conectada
- Roer unhas vai além de um mau hábito e pode comprometer a saúde das mãos
- Reserva Ybiti ganha 7º empreendimento com lançamento do Opus Ayra
- Leilão surpreende com oferta de máquinas agrícolas seminovas de grandes marcas, com isenção de comissão e pagamento em até 48 parcelas
- Campanha “Momento Perfumado” disponibiliza condições especiais em fragrâncias consagradas
- Saúde mental no Hugol: O impacto emocional da hospitalização e a atuação da psicologia hospitalar